quinta-feira, 7 de maio de 2009

A trama de Reptilia Squad

A história do Reptilia Squad começa por conta do Lizardmageddon, um “Armageddon desferido por lagartos” – o que atesta o jogo de palavras em inglês. A expressão não poderia ser mais apropriada, com a combinação de Lizard (lagarto em inglês) com Armageddon; quanto a esta última expressão, emprestada pelos textos da Bíblia, o significado é alusivo à destruição do mundo (em quaisquer idiomas o significado não é diferente). Contudo, a destruição retratada na trama não tem a ver com quaisquer entidades sobrenaturais – ao menos a princípio.

O Lizardmageddon faz referência à vendetta dos Reptilianos contra a civilização humana, e a destruição decorrente desta vendetta se desfere sobre cidades inteiras – em muitos países –, conforme a história contada pelos livros da saga. O statu quo ante bellum na trama retrata os humanos ainda como espécie dominante. Eles se beneficiavam enormemente às custas dos répteis – sobretudo os crocodilianos –, criando-os comercialmente – com o intento de fornecer carne e couro –, quando não os prejudicavam de quaisquer outras formas; este statu quo foi o casus belli do grande Lizardmageddon, que se desferiu com o aparecimento dos Reptilianos e dos Inumanos. A vingança das criaturas foi devastadora, e resultou em uma devastação inimaginável; cidades inteiras foram arrasadas – em muitos países –, e países inteiros não tiveram melhor sorte.

A vendetta se desferiu primeiramente com os ataques às cidades, depois que muitas áreas rurais haviam sido atacadas e arrasadas – por causa dos criatórios que destinavam répteis ao abate –, e mesmo as Forças Armadas não foram capazes de fazer frente. Todo aquele que enfrentava os Reptilianos era sumariamente executado, assassinado sem qualquer chance de se defender; não obstante, a violência cada vez mais exacerbada se alastrava exponencialmente – com ataques cada vez mais articulados e nada menos que impiedosos –, em uma carnificina generalizada.
Em meio à grande carnificina na América do Sul, todos os grandes centros foram aniquilados; as principais metrópoles no Brasil, entre as quais Rio de Janeiro e São Paulo, foram reduzidas a ruínas; quase toda a sua população foi exterminada, vitimada pelos ataques dos Reptilianos e dos Inumanos. À exceção dos grupos simpatizantes às criaturas, houve muito poucos sobreviventes; os remanescentes de resistência formaram grupos dispersos, resolutos a tudo para restabelecer o controle – através de quaisquer artifícios que considerassem oportunos. Os Reptilianos venceram a campanha em uma devastadora sucessão de confrontos, que resultaram na tomada do país – não havia muito que as Forças Armadas pudessem fazer. Por fim, o Brasil já estava inteiramente dominado: quase todas as metrópoles estavam subjugadas, e as outras estavam reduzidas a ruínas. Quase todos os baluartes de resistência foram liquidados, e os remanescentes não estavam em melhor situação – em meio às ruínas das cidades mais devastadas.

Em muitos outros países o Lizardmageddon não foi diferente, e os Estados Unidos também não tiveram melhor sorte. Quase nenhuma cidade foi menos arrasada ou menos subjugada, e o país inteiro foi subjugado sem dificuldade – sem que houvesse a mínima chance de alguém fazer frente.

Os grupos de resistência, sobretudo os remanescentes de forças policiais e militares, lutam para restabelecer a ordem a qualquer custo – com quaisquer artifícios oportunos. Invariavelmente eles se engajam em incursões armadas, com o intento de combater os Reptilianos e também os Inumanos – afora os grupos simpatizantes às criaturas. Afora os grupos de resistência existem muitas outras facções – não menos propensas a guerrear as criaturas –, com grupos cada vez mais numerosos e cada vez mais organizados.

Tipicamente os grupos atuam com manobras de guerrilha, com pequenos contingentes visando atingir grandes objetivos. O advento dos exoesqueletos cibernéticos pressupunha vantagem sobre os Reptilianos, por conta dos atributos físicos pretensamente à altura; contudo, mesmo os exoesqueletos mais possantes não proporcionam muita vantagem – o que se observa constantemente –, pois mesmo assim os humanos não conseguem quaisquer resultados favoráveis – nenhum Reptiliano ou Inumano possui atributos menos descomunais.

O desequilíbrio de forças
Um célebre provérbio popular diz que “a corda sempre arrebenta no lado mais fraco”.
No universo de Reptilia Squad este provérbio popular é levado às últimas conseqüências.Os contrastes são um aspecto marcante na trama de Reptilia Squad – invariavelmente –, e os contrastes mais marcantes podem ser observados rotineiramente – virtualmente em todas as situações.

Um dos contrastes mais explícitos faz alusão ao desequilíbrio de forças.

A estrutura da trama é pautada pelo desequilíbrio de forças, sem mencionar outros contrastes. Nenhum humano é oponente à altura de um Reptiliano, nem ao menos com armas (certamente nem ao menos com Mega Suits). A desigualdade não fica a dever em quase nada ao sistema de castas, pois o lado mais fraco não dispõe de quaisquer meios para se sobressair (quase todas as suas armas são inúteis contra as criaturas).
Os Reptilianos possuem atributos nada menos que sobre-humanos – nada que não dispense modéstia –, e não existe qualquer arma ou artifício capaz de neutralizá-los.

Mesmo com armamentos pesados é impossível fazer frente, pois nenhum humano é oponente à altura. Houvesse algo que desconsiderasse os atributos daquelas criaturas – fosse o que fosse –, a história teria sido outra desde o início; contudo, jamais existiu ardil que produzisse semelhante efeito.

Houvesse como neutralizar todos os seus poderes – com qualquer que fosse o artifício –, qualquer imbecil seria capaz de eliminar as criaturas – sem dificuldade. Como os combates envolvem disputas de atributos – invariavelmente –, não existe qualquer possibilidade de um humano derrotar um Reptiliano. Como os atributos daquelas criaturas não podem ser desconsiderados, todo e qualquer combate se torna um jogo mortal – enormemente desfavorável aos humanos –, o que se percebe incessantemente ao longo dos episódios.

A trama de Reptilia Squad não concebe de forma alguma um equilíbrio de forças, mesmo quando os humanos contam com equipamentos high tech – pretensamente capazes de derrotar os Reptilianos –, e os exoesqueletos cibernéticos (Combat Suits, Heavy Suits e mesmo os Mega Suits) não conseguem derrotar de forma alguma as criaturas mortíferas.

Existem muitos outros fatores intrínsecos que favorecem os Reptilianos, e favorecem também os Inumanos. As imunidades exacerbam ainda mais o desequilíbrio de forças, pois as criaturas são absolutamente imunes a ataques de morte; como os atributos não podem ser desconsiderados, quaisquer manobras de morte súbita se tornam absolutamente inúteis.

Entretanto, se um Reptiliano desfere ataque de morte contra um alvo humano, o resultado é fulminante e absolutamente inevitável.

Lênin, aquele enorme e musculoso dragão de Komodo – aquele Carnífice truculento –, já vitimou incontáveis inimigos em conseqüência dos ataques furtivos. Muitos foram os infortunados que, sem qualquer chance de se defenderem, foram vitimados a golpes de dotanuki – com tudo a que tinham direito e mais um pouco.

O que se percebe é que, por conta dos ataques furtivos – nada menos que freqüentes –, o varano desfere ataques de morte a torto e a direito. Como conseqüência, os humanos que se aventuram no encalço do sáurio simplesmente se acidentam; mesmo os exoesqueletos mais possantes não proporcionam condições muito vantajosas – apesar de seus atributos –, pois o combatente ainda pode ser vitimado por algum atacante furtivo, e os atacantes furtivos são muito mais perigosos que quaisquer outros.
Se alguém atacasse Lênin em alguma emboscada – fosse onde fosse –, a história seria muito diferente. O lagarto gigante não é nenhum super-herói – é um típico vilão invencível –, e seus atributos descomunais (mais que sobre-humanos) não podem ser desconsiderados de forma alguma; onde quer que esteja – com ou sem suas armas –, o enorme réptil é sempre aquela criatura descomunal. Conseqüentemente, se alguém consegue atacá-lo de surpresa – com qualquer manobra –, somente consegue atacá-lo primeiro; por sua vez, o sáurio simplesmente contra-ataca, e os inimigos são trucidados com tudo a que têm direito. A inferioridade dos inimigos é outro aspecto marcante na trama – sem dúvida alguma –, e nenhum episódio é menos minucioso quanto a este detalhe – mesmo nos primeiros livros da saga.

A exemplo de Broli, vilão que aparece em um longa-metragem de Dragon Ball Z – obra de Akira Toriyama –, Lênin estraçalha seus inimigos a torto e a direito – sem que eles tenham a mínima chance de medir forças –, mais pelo desequilíbrio de forças que por tudo o mais. A diferença é que, contrário do que acontece com Broli – Goku e os outros heróis conseguem derrotá-lo de alguma forma –, o lagarto gigante não pode ser derrotado de forma alguma.

É impossível a um combatente humano equiparar um Reptiliano, mesmo com exoesqueletos cibernéticos. Enquanto os humanos tentam superar suas fraquezas, com quaisquer equipamentos que encontrem a seu alcance – o que inclui os exoesqueletos cibernéticos e tudo o mais –, os Reptilianos não enfrentam quaisquer limitações relevantes.

Se um humano está caçando um animal de grande porte, não lhe ocorre de forma alguma medir forças com o animal. O caçador procura suplantar (ou desconsiderar) todos os atributos físicos do animal, com auxílio de todos os artifícios a seu alcance – o que inclui armas de fogo e mecanismos de armadilhas –, desconsiderando efetivamente os atributos físicos do animal.

Esta premissa se aplica da mesma forma nas revistas em quadrinhos, sobretudo em histórias de super-heróis; nestas histórias existe um fator de equilíbrio, que torna toda e qualquer criatura uma vítima em potencial (independentemente de todos os seus atributos), e este fator de equilíbrio existe em todas as histórias do gênero – absolutamente. Mesmo aqueles vilões invencíveis podem ser derrotados de alguma forma, conforme o herói (ou mesmo uma pessoa comum) descobre os meios para realizar seu intento. Contudo, estas possibilidades são inexistentes no universo de Reptilia Squad – o que se percebe em todos os episódios da narrativa.

A questão das armas
A espada é um artefato ao qual se atribuem diferentes simbologias. Tipicamente a espada representa força e poder, por conta de sua finalidade primeira de ser uma arma; conseqüentemente, a espada inspira poder. No ocidente são famosas as lendas do Rei Arthur e de sua espada Excalibur; Siegfried, lendário herói germânico, tinha a espada Balmung.

Símbolo da classe dominante no Japão feudal – durante a era Tokugawa –, a espada impunha às pessoas comuns mais medo que respeito pelos samurais, uma vez que eles tinham (literalmente) licença para matar qualquer popular que eles entendessem ter agido de forma desrespeitosa – fosse como fosse.
A simbologia da espada é, sem dúvida alguma, um dos aspectos mais marcantes na trama de Reptilia Squad.

Lênin que o diga.

Toda vez que lança mão daquele dotanuki, com aquela lâmina possante e nada menos que desmedida – afora outras qualidades que dispensam modéstia –, aquele Varanus komodoensis descomunal faz figura ainda mais poderosa – nada menos que imponente –, em absoluto contraste com seus numerosos inimigos – Urban Rangers, Caçadores de Reptilianos e muitos outros.

Afora as armas de fogo – rifles militares, armas pesadas e armas high tech –, com as quais possui proficiência sobre-humana, Lênin possui enorme proficiência com sabres. Tamanha proficiência é atribuída totalmente a seus atributos – fato observado tanto nos livros quanto no RPG –, e nenhum de seus atributos é menos sobre-humano – o mesmo se pode dizer de todos os seus poderes extraordinários (nada menos que intrínsecos).

A questão da espada somente exacerba este conceito, levando a figura do varano a um perfil ainda mais imponente – o que se observa constantemente nos episódios da narrativa.

Os Urban Rangers também possuem sabres, e o mesmo se pode dizer dos Caçadores de Reptilianos. Todavia, seus sabres são inferiores em muito aos do lagarto gigante – o que se pode observar desde muito cedo. O desequilíbrio de forças se espelha na questão das armas – necessariamente –, o que se percebe pelas espadas e pelos sabres dos Reptilianos – com muito pouca modéstia –, e o mesmo se pode dizer de quaisquer outras armas que possuam.

Enquanto os Reptilianos e os Inumanos contam com espadas e sabres possantes – com inegáveis requintes de qualidade –, os sabres dos inimigos são de qualidade inferior. Nenhum Urban Ranger possui sabres melhores que de um Carnífice ou de um Arrasador – por exemplo –, e mesma é a inferioridade dos Caçadores de Reptilianos; um sabre de ninja não pode se comparar de forma alguma a um katana, a um tachi ou a um dotanuki; esta inferioridade se espelha em todas as imitações de katana, sobretudo os gunto – sabres utilitários –, cujas lâminas não se comparam de forma alguma às dos sabres tradicionais.

Os melhores e verdadeiros sabres de samurai sempre foram manufaturados através do método tradicional – o método artesanal –, o que inclui necessariamente os sabres de Lênin – aqueles desmedidos dotanuki.

Em não raras ocasiões, quando aparece algum Urban Ranger ou algum Caçador de Reptilianos, Lênin protagoniza verdadeiros espetáculos de Chambara.

Os sabres dos inimigos são de qualidade inferior – categoricamente –, e suas lâminas simplesmente se partem (geralmente em um pedaço após outro) com os golpes daquele dotanuki; pode-se dizer que os inimigos são ridicularizados – tanto quanto são inferiorizados –, e os episódios “Temporada de Caça” (Saison de Chasse) exacerbam em muito a inferioridade bélica dos inimigos. Acerca do sabre de um inimigo – um Caçador de Reptilianos –, que havia enfrentado Lênin (no livro nº 6), é dito que a lâmina “parecia ter sido forjada com aço do Titanic”.
Não obstante, por “melhores” armas que possuam, os inimigos não conseguem derrotar de forma alguma os lagartos gigantes, e a (inequívoca) inferioridade em combate não pode ser superada por quaisquer artifícios. A inferioridade também não pode ser superada por números, pois de qualquer forma os combatentes humanos são oponentes fracos – mesmo quando estão equipados com exoesqueletos cibernéticos –, e muitos outros fatores tendem a exacerbar (enormemente) esta fraqueza em comparação aos Reptilianos.

A desigualdade é ainda mais brutal que a própria violência – o que se percebe da mesma forma –, pois as peripécias de Lênin e de seus companheiros não envolvem combates. Cada peripécia em que se envolvem os lagartos gigantes é um massacre, uma carnificina – com um enorme número de inimigos que se aventuram à caça das criaturas –, e o resultado é um show de sanguinolência. Em algumas passagens dos livros mais recentes (mais que em quaisquer outros) é possível ter uma idéia de quão inferiorizados são os inimigos, pois “freqüentemente alguma corja se aventura à caça dos lagartos”.

Qualquer semelhança com o sistema de castas indiano não parece mera coincidência – realmente –, pois o lado menos favorecido não tem qualquer chance de se sobressair – por maiores que sejam os esforços para tanto –, e esta inferioridade é ressaltada (praticamente) em todos os episódios da narrativa.

Não existe nenhum Urban Ranger que se compare a um Carnífice, Arrasador, Heavy-Handed Warrior, Gunwarrior ou qualquer outra classe à qual pertençam os Reptilianos (este é outro fato que faz referência ao sistema de castas), e a inferioridade dos Urban Rangers se espelha nos Caçadores de Reptilianos – o que se percebe com exemplos quase constantes. A questão da espada ressalta ainda mais a inferioridade dos inimigos, ainda mais que as próprias escaramuças – os episódios a partir do livro nº 4 exacerbam cada vez mais as desigualdades.

Não obstante, os Urban Rangers e os Caçadores de Reptilianos não têm acesso a sabres possantes – nenhum possui mais que um gunto –, pois a manufatura de sabres possantes como katana (incluindo conseqüentemente tachi e dotanuki) é totalmente monopolizada pelos Reptilianos e pelos Inumanos; as classes antagônicas às criaturas não dispõem de quaisquer armas à altura, nem ao menos quando tentam manufaturá-las – fato que se percebe também em Reptilia Squad RPG.

Tais imitações de katana e de wakizashi são desprovidas de qualidade. Mais parecem as armas utilizadas por Chambaranoid, o antagonista deste episódio de "Jiban" (vídeo).



A questão do monopólio
Afora o desequilíbrio de forças, o que mais chama atenção é o monopólio que favorece os Reptilianos e os Inumanos. As criaturas detêm monopólio de muitos recursos; o monopólio sobre a posse e o uso de certas armas – como as espadas e os sabres possantes –, em conjunto com o monopólio das armas high tech – Smart Blades , Vorpal Blades , phasers e muitas outras –, também se percebe ao longo dos episódios – nomeadamente através das numerosas notas de página. Não obstante, com as magias e os poderes psíquicos não é muito diferente, pois existem muitos poderes arcanos e psíquicos exclusivos dos Reptilianos, Inumanos e simpatizantes (inclusive magias de inimaginável poder destrutivo).

Exemplo marcante é o temível Ludwig, cujo “arsenal” inclui magia e poderes psíquicos; esta somatória, em conjunto com seus atributos e tudo o mais, certamente dispensa modéstia. Imaginemos que este simpático lagarto faça das suas, com ajuda dos poderes arcanos e dos poderes psíquicos; imaginemos que ele, por qualquer que seja o motivo, resolva lançar mão de poderes dos quais (por ser um monstro Reptiliano) detém privilégio exclusivo. As vítimas não terão muito que fazer, exceto sucumbir aos efeitos insólitos ou (em não raras ocasiões) cômicos; não obstante, o dragão-de-água não é menos mortífero em escaramuças (sua proficiência em combate é extremamente afiada).

Questões comportamentais
É impossível definir os Reptilianos somente pela aparência de répteis – lacertílios e crocodilianos –, pois muitos outros aspectos são levados em consideração. Um dos aspectos mais fundamentais envolve as questões comportamentais, abordados quase constantemente ao longo dos episódios.

Todos os Reptilianos e Inumanos obedecem (intrinsecamente) a um código de conduta, conhecido como Código Reptiliano. Trata-se essencialmente de uma 1ª Lei de Asimov ; contudo, as regras se restringem aos Reptilianos, Inumanos, répteis e simpatizantes. Realmente nenhum Reptiliano inflige mal aos seus; este princípio é partilhado por todas as criaturas, sem exceção – com quaisquer simpatizantes não é diferente. Por certo é a única lei à qual sempre obedecem, pois nenhuma destas criaturas obedece a outro código de honra; entretanto, existem Reptilianos que obedecem também a uma 2ª Lei de Asimov, exclusivamente em favor dos seus (certamente estes casos não são incomuns).

Muitos são os monstros Reptilianos que obedecem à 2ª Lei de Asimov, fundamentada sob o Código de Honra Reptiliano. É desnecessário dizer que, sob a 2ª Lei de Asimov – fundamentada sob este código de conduta –, um Reptiliano se torna extremamente submisso para com seus iguais – mais que de costume. É desnecessário dizer também que, sob esta Lei, a criatura consente em qualquer comportamento que não atente contra o Código Reptiliano (como este código não é infringido de forma alguma, nenhum monstro Reptiliano atenta contra seus semelhantes). Todavia, o código de conduta (uma variante da conhecida 1ª Lei de Asimov) não impede que os Reptilianos e os Inumanos submetam seus semelhantes a quaisquer práticas libidinosas, persuadindo-os ao consentimento (por intermédio de agrados e quaisquer outros expedientes afins); quanto aos simpatizantes, este código também não os impede de fazerem muito das suas – Brent que o diga.

Afora o código de conduta existem outras características marcantes, como a sexualidade. Este é outro aspecto abordado (invariavelmente) ao longo dos episódios, e em todos os episódios da narrativa acontecem peripécias pornôs; a questão do sexo explícito é abordada constantemente, mais explicitamente a partir do livro nº 3.

PC Pronto

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